Entenda como são feitas as avaliações dos atletas no Mr. Olympia 2026

Entenda como são feitas as avaliações dos atletas no Mr. Olympia 2026

O tão esperado Mr. Olympia 2026 começa nesta sexta-feira (25), e o Brasil se prepara para brilhar em diversas categorias.

A competição, uma das mais renomadas do fisiculturismo mundial, levanta curiosidades sobre seu funcionamento, especialmente no que diz respeito à avaliação dos atletas. Neste evento, não são apenas os músculos em exibição, mas também um critério rigoroso que os juízes utilizam para determinar os vencedores.

Uma das novidades desta edição é a introdução da categoria Fit Model, que se junta a outras 11 divisões que serão disputadas, incluindo Men's Bodybuilding (Open), 212, Classic Physique, Men's Physique, Wheelchair (Cadeirantes), Women's Bodybuilding (Ms. Olympia), Wellness, Bikini, Women's Physique, Figure e Body Fitness.

O processo de julgamento começa com o pré-julgamento, onde cinco juízes fazem suas primeiras observações e organizam os atletas em grupos de classificação. Após essa fase, os competidores são apresentados em grupos, conhecidos como 'call-outs', onde são orientados pelos árbitros a realizar poses específicas, crucial para a definição das colocações.

Durante essa exibição, a posição dos atletas no palco é fundamental: o centro é considerado o melhor lugar, seguido pela esquerda e direita. Mudanças de posição geram muita expectativa entre o público, pois podem indicar alterações nas previsões de resultado.

Após as apresentações, os pontos acumulados durante o pré-julgamento geralmente refletem a pontuação final, embora em algumas categorias, como a Open, os resultados das finais também sejam considerados. Os juízes avaliam o desempenho de cada atleta, comparando-os 'pose a pose', antes de atribuir uma nota que é compilada em um ranking geral.

Para ilustrar, na competição de 2025, Ramon Dino conquistou o título com 7 pontos, enquanto Mike Somerfeld obteve 8 pontos. A decisão não foi unânime, refletindo a complexidade do julgamento, onde juízes variam em suas avaliações entre campeões e vice-campeões.

Um exemplo recente na categoria Open envolveu Derek Lunsford e Hadi Choopan, onde, apesar de Lunsford ter sido campeão com 14 pontos, Choopan, que somou 16, teve uma performance superior nas finais. Esse tipo de situação destaca a intricada dinâmica entre pré-julgamento e rodadas finais, mostrando como a contagem de pontos pode mudar o resultado final.

Cada categoria tem suas especificidades. Por exemplo, a Open se concentra em tamanho, definição e simetria muscular, enquanto a 212 mantém critérios parecidos, mas com um limite de peso. A Classic Physique, por sua vez, enfatiza uma estética harmoniosa, e outras categorias como Bikini e Women's Physique avaliam aspectos como feminilidade e proporção.

Com a nova categoria Fit Model, o evento se torna ainda mais interessante, abordando uma estética menos muscular, mas igualmente valorizando a apresentação e a simetria. O Mr. Olympia 2026 promete ser uma vitrine das melhores performances, onde cada detalhe conta na busca pelo título.

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