Corinthians mantém estratégia de vendas de jogadores, mesmo sem atingir metas

Corinthians mantém estratégia de vendas de jogadores, mesmo sem atingir metas

O Corinthians enfrenta um momento desafiador em sua trajetória financeira, e mesmo sem alcançar as metas de vendas de jogadores no último período de transferências, o clube segue firme em seu plano de negociação.

Na janela de transferências do meio do ano, o alvinegro tinha como meta arrecadar 12,5 milhões de euros, aproximadamente R$ 75 milhões, até março, mas não obteve sucesso nesse objetivo. No entanto, a diretoria, liderada por Marcelo Paz, não desistiu e continua em busca de alternativas que possam incrementar a receita do clube até 2026.

Nos últimos meses, o Corinthians esteve em negociações para liberar o volante André, o meia Breno Bidon e o atacante Gui Negão. Embora essas conversas não tenham avançado para um desfecho positivo, o clube permanece aberto à possibilidade de transferências até o final do ano.

Em entrevista, Marcelo Paz afirmou que ainda há chances de movimentação no mercado até dezembro. Ele revelou que a venda de André estava encaminhada, mas o presidente optou por não concluir a negociação, decisão que pode ser reconsiderada no futuro, dependendo do desempenho do atleta e do mercado.

Paz ressaltou a importância de valorar os ativos do Corinthians, mesmo diante da pressão por fluxo de caixa. Ele mencionou que a convocação de jogadores para a seleção pode elevar seu valor de mercado, aumentando as oportunidades de vendas mais lucrativas para o clube.

Atualmente, o Corinthians lida com três bloqueios de transferências impostos pela FIFA e busca alternativas financeiras para equilibrar suas contas. O clube já quitou uma dívida relacionada a uma multa, mas ainda possui outras pendências, incluindo atrasos salariais e questões relativas a direitos de imagem.

O cenário é desafiador, mas o Corinthians mantém o foco em suas negociações, na esperança de que novas propostas surjam e que a valorização de seus jogadores possa proporcionar um respiro financeiro necessário para o clube. O caso de André, que recebeu propostas do Milan e de outros clubes europeus, é um exemplo claro do potencial que o time tem para lucrar com suas joias, mesmo que o processo de vendas exija paciência e estratégia.

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